Avaliações: Se o aluno não precisa saber, não pergunte!

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Como avaliar um aluno? O processo pode até parecer simples, mas é complexo para quem nunca teve experiências na área de educação, ou não nunca colocou o pé em sala de aula. Quem mais sofre com isso, são as pessoas que acabam ficando encarregadas pelos famosos treinamentos corporativos. Quando estamos em uma sala de aula, de cursos de graduação ou do ensino regular, os professores geralmente conseguem elaborar as avaliações com base nas suas próprias experiências.

Em algumas empresas, por questões relacionadas à economia acabam escolhendo um funcionário experiente, para ministrar treinamentos. Até ai não há problema algum, mas a avaliação da eficiência desse treinamento pode ficar comprometida, se o funcionário não souber como elaborar as avaliações.

Avaliação

Essa semana um colega que está nessa situação me enviou um e-mail pedindo ajuda, ele ministrou um treinamento para uma empresa, mas acabou sendo criticado na hora de fazer a avaliação.

Depois que ele terminou de fazer a avaliação, os seus alunos participaram de uma avaliação. Para sua felicidade, todos foram muito bem na avaliação. Mas, depois de alguns dias, ele recebeu um telefonema de um gerente da empresa, fazendo algumas criticas a sua aula. As pessoas que participaram do curso estavam com dificuldades em aplicar os conhecimentos nas suas tarefas diárias. A culpa recaiu sobre ele.

Esse é um exemplo clássico de contextualização, em que uma pessoa pega um curso pronto, como ele pegou, inclusive com a avaliação pronta, aplica e acha que tudo está bem. Na verdade ele pecou por não analisar o conteúdo do material, assim como perguntar para alguém da empresa, qual seria o foco ou objetivo do treinamento. Qual o benefício para os funcionários? Em que tarefa eles devem apresentar uma melhoria no desempenho?

Com o problema já em andamento, ele acabou por fazer uma revisão na avaliação. Para a sua surpresa, as perguntas estavam todas direcionadas para partes do conteúdo que não são de interesse para a empresa. O resultado? Todos tiraram notas altas, passando a falsa impressão de sucesso do curso. Na hora de aplicar, todos perceberam que não foi bem assim.

É possível tirar alguma lição disso? Claro que sim! Sempre formule as atividades e avaliações de um curso ou disciplina, de maneira que elas contemplem os objetivos do mesmo. Só assim as avaliações e tarefas podem servir para validar os conhecimentos adquiridos com o curso.

2 comentários sobre “Avaliações: Se o aluno não precisa saber, não pergunte!”

  1. O texto até é interesasnte, mas seria muito melhor se fosse em Português de Portugal e não do Brasil.

    Vale sempre a pena ler antes de fazer “Copy – Paste”.

    Um abraço.

  2. Sim Pedro,

    Até os plagiadores e preguiçosos precisam tomar cuidado na hora de copiar material. A ÚNICA solução para isso é tomar vergonha e escrever os seus próprios textos!

    Abraços

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